Barco

Seu pai era um imigrante italiano. Sua mãe uma baiana. Ele nasceu na Bahia, onde seu pai tinha um quiosque e sua mãe fazia acarajé. Seu pai falava que sua mãe era uma sereia, por isso que ele jogou sua âncora na Bahia e nunca mais saiu de lá. Ele garoto adorava ouvir essa história e sonhava um dia encontrar uma sereia também.
Aprendeu a pescar e quando perguntavam o que ele queria ser quando crescer a resposta era: pescador.
Não buscava riqueza ou abundância de peixes, ele buscava a sua sereia. Por isso não pescava com anzol ele escolhia a rede. Pensava que se algum dia ele a fisgasse não queria que fosse por anzol. Anzol machuca, ele sabia.
Os outros pescadores não entendiam o porquê dele ter tanto cuidado com uma rede, já que sabiam eles que as redes eram descartáveis. Mas ele tinha a rede desde criança, e sabia que era seu amuleto da sorte.
E todo dia era o mesmo ritual para costurar seus rasgos. Sabia que o percurso até encontrar a sua sereia teria pedras e que machucariam sua rede. Mas não se importava, sabia que no final do dia com uma linha, agulha e paciência ele teria uma rede nova.
Acordou, deu um beijo em sua mãe, desejou bom dia ao seu pai e foi para o barco. Foi para o mar. Mas esse dia não era como os outros, ele estava decidido só voltar quando encontrasse sua sereia. Com toda calma do mundo ele lançou sua rede. Os peixes a abraçaram e ele puxou de volta trazendo-os para o seu barco. Sua sereia não estava lá. Jogou mais uma vez. E mais uma vez. Estava tão absorto nessa tarefa que não viu que o clima mudava. E quando menos esperou a tempestade o atingiu. Seu pequeno barco resmungou para os constantes ataques das ondas. Ele caiu, bateu a cabeça e ficou estirando no chão do seu barco. E foi caindo num espiral escuro do mar. Sendo sugado para baixo sem força para subir. Decidiu parar de lutar e aceitou o que estava ao seu redor. E foi quando uma voz o atingiu. Uma voz suave o envolvia. E ele a seguia, tentou abrir os olhos e nada conseguiu. Então utilizou o sentido da audição e seguiu a voz. Ela mudou o percurso e em vez de jogá-lo mais para baixo o fez subir. A voz o chamava e ele sabia que a dona da voz era sua sereia.
Ele então ouvia a voz mais de perto. Com dificuldade ele tentava entender o que a voz falava. Do nada a voz desapareceu. E ele não sabia como, mas já estava subindo muito e deixando a escuridão do mar para trás. Não queria, lutou, pois achava que sua sereia estava lá embaixo. Tentou lutar em vão, ele subia. E subia. Não queria abrir os olhos, mas já sentia a claridade por trás deles. Não conseguia acreditar que a voz tinha sumido. E foi quando a voz voltou, alta e clara. Ele abriu os olhos e percebeu que uma garota o embalava nos seus braços. Era a dona da voz, era a sua sereia.

Programa Make1Up – Maquiagem Crepúsculo – Amanhecer

Eu não sei me maquiar e fico extremamente frustrada com isso. Antes da idade avançar eu utilizada somente lápis, sombra e batom. Entre meus 20 até uns 23 anos era super ousada nas cores das sombras e tal. Mas a idade avançou e eu percebi que precisava de uma base, pó, blush e todo o pacote completo. Claro que comprei cores erradas e se for para falar do nível acadêmico da maquiagem, eu ainda estou no primário hahaha Junte isso com o meu jeito meio moleque de ser e já viu né.
Eu curto qualquer tutorial de maquiagem, claro que o nível de dificuldade de alguns para você tentar em casa é tipo velocidade 5 do créu. E eu sou meio hiperativa também e nunca tenho saco para assistir até o final.
Mas aí que temos o Make1Up, que conta com duas mega fofas e engraçadas apresentando. E sem falar que envolve cinema e série no meio de tudo. Elas estão lá ensinando a passar sombra e começam a falar sobre a cena de tal filme, explicar alguma coisa de uma série. É fascinante! Sério, eu fiquei apaixonada por todos que eu já assisti.

Dessa vez é a maquiagem que a Bella usa no filme Amanhecer parte 2.  É tipo uma aula para você entender toda a saga e ainda aprender a se maquiar!
Dá o play, mesmo que você como eu, não é muito ligada nessa parada de maquiagem.

O Make1Up  é um espaço para que as mulheres possam abraçar seu lado nerd e seu lado feminino, além de aprenderem como levar seus personagens favoritos estampados em suas maquiagens. Faça parte dos tutoriais, dicas de beleza e conversas com Carol Moreira e Flávia Gasi.
Página do face: facebook.com/make1up 

Diálogos Aleatórios

Ps 1 Essa conversa foi beeem antes de todo esse blá blá de Cinquenta Tons de Cinza. (estava aqui esquecida nos rascunhos)
Ps 2 Como pegar uma conversa já ruim e transformar em coisa pior em 3 passos:

– Preciso te contar algo para saber sua opinião. Uma amiga minha no primeiro encontro com um carinha, só nos beijos e tal. Bom do nada ele interrompe o beijo e dá um super tapa na cara dela. O que você acha disso?
– Então dizem que um tapinha não dói tem todo um contexto, embora eu ache que mesmo que esse tapa esteja em algum contexto não deixa de ser um ato de violência. Então acho nesse contexto que o cara a agrediu.
– Mas ela falou que gostou.
– Meu, se o cara já fez isso num beijo sem o consentimento dela, isso se torna uma falta de respeito. Pro cara fazer xixi nela vai ser um pulo.
– Genteeee! Mentira!? Isso não saiu da sua cabeça, né?
– Claro que não! Eu assisti na TV, no programa Talk Sex With Sue. Tem gente que só sente prazer fazendo xixi na outra pessoa. Queimando outra pessoa. Enforcando e por aí vai.
– Meu, sério! Você é doente.
– Eu??? Sua amiga curte tomar um super tapa de um cara que ela nem conhece direito, do nada, sem o consentimento dela e eu que sou a louca.
– Não! Você é doente por assistir um programa desses.